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sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Uma História 100 Palavras


Texto 1

Uma mulher que sonhava ser mãe

Uma mulher chamada Margarida tinha um sonho, sonho esse que era ser mãe.
Um dia sentiu-se muito só e decidiu ir dar um passeio com o seu companheiro Jerico, que era o seu burrico.
Montou-se em cima dele e andou, andou até chegar a uma casa, e reparar num homem chamado Manuel que ia a correr para a floresta com algo ao colo. Como Margarida não sabia muito bem o que era, perguntou à empregada dele que se chamava Carminda. Ela não respondeu.
Apareceu um Anjo que lhe trouxe um bebé, e contente, agradeceu.

Eva, Cris, Lara, Catarina 5***** Pequeninas


Texto 2

O Sr. António Dião acaba de atirar o menino Carlos para o monte, atrás de sua casa. Sorte a do menino Carlos que a sua mãe Salomé ia a passar com a burra e ao ver o menino no meio do tojo foi lá ver se ele estava bem. Mas uma mulher sua vizinha diz que o viu a tentar suicidar-se e Salomé encheu o menino Carlos de pancada. O pai ajudaria a bater-lhe com a sua bengala. O menino Carlos acabou por morrer… também era um filho indesejado! Por fim, um anjo vindo do céu levou-o para junto de si.

Simão, Duarte 5*****Pequeninas

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Técnica do arco-Íris no conto "A Fuga de Wang-Fô"



ARCO-ÍRIS


O velho negro pintor Wang-Fô e o seu discípulo sempre corado, Ling, andavam pelas estradas escuras do reino dos avermelhados Han. O reino também azulado dos Han: era o nome por que naquele tempo enevoado era conhecida a grande China luminosa. Ninguém pintava melhor que o negro Wang-Fô as montanhas esverdeadas a sair do nevoeiro acinzentado, os lagos com um tom de azul, sobrevoados pelas libelinhas verdes. E as enormes vagas do pacifico vistas a partir da costa azul. Dizia-se que as suas imagens santas amareladas da luz atendiam imediatamente qualquer prece colorida; sempre que ela pintava um cavalo branco, tinha que o mostrar preso, esbranquiçado, a uma estaca encarnada ou seguro pelas rédeas castanhas pois se assim não fosse o cavalo branco escapava do quadro escuro, a galope transparente, e nunca mais ninguém lhe punha a vista luminosa em cima. Os ladrões camuflados não se atreviam a entrar em casa amarela de quem possuísse um castanho cão-de- guarda pintado pelo negro Wang-Fô.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Simão*****, Duarte*****, Leinad*****

sábado, 12 de dezembro de 2009

Já tenho quinze anos


Já tenho quinze anos,
Que fiz por Janeiro
Mãe deixa-me casar
Com o Hugo casamenteiro


Já sou uma mulher
Esqueçam a criança
Já sou gente grande
Vou casar em França.

Já não sou a Eva
Como era dantes
Serei Dona Eva
Nascida em Abrantes.


Não quero o padeiro
Que é muito curriqueiro
Tem bigodes muito feios
E dizem que é feiticeiro.

O sapateiro é muito velhinho
Não quero este velho
Mais vale 15 anos
Fechada num galinheiro

Ouve-me, Mãezinha,
É isto que eu quero
Casai-me hoje mesmo
Com Hugo Casamenteiro.
Eva***** e Luana *****